8.11.08

Não é por ninguém amar pouco que um “Amo-te muito” se torna redundante...E se assim for que mal tem a vida redundar em amor? Tenho para mim que o amor não conhece excesso nem defeito, nem tão pouco se mede seja de que forma for. Como traduziria todas as mãos que me deste numa qualquer escala matemática? Como explicaria o melhor de nós dois numa simples equação? Iria dar a sensação de te amar em graus. Ontem amei muito, hoje já não amo assim tanto mas, quem sabe, amanhã talvez já ame um pouco mais. Não é por ninguém amar pouco que um “Amo-te muito” se torna redundante...E se assim for que mal tem a vida se redundar em amor? Amo-te muito, com toda a redundância que o coração me permitir.

 

Link Homem de Lata, às 18:49  Comentar

De desempregoavista a 8 de Novembro de 2008 às 18:55
tão bonito :') **

De Homem de Lata a 9 de Novembro de 2008 às 18:53
São aqueles que lêem que lhe dão sentido:-) Obrigado

De marisa duarte a 8 de Novembro de 2008 às 19:18
Tão lindo :). És a primeira pessoa que conheço que consegue falar no 'tamanho de um amo-te' como ele é na verdade: sem se conseguir medir com rigor.
**

De Homem de Lata a 9 de Novembro de 2008 às 18:54
Não se ama nem muito nem pouco... ama-se apenas e isso, por si só, é grandioso:-)

De Artemisa a 8 de Novembro de 2008 às 19:52
:'(

De Homem de Lata a 9 de Novembro de 2008 às 19:01
Espero que, um dia, um dos meus textos te tire essa tristeza... jos*

De Artemisa a 9 de Novembro de 2008 às 19:13
:)

De Júlia a 10 de Novembro de 2008 às 14:11
Os sentimentos não são quantificáveis... não se medem? São invisíveis aos olhos, mas não à alma. O outro, acredita, acaba por perceber quanto tu o/a amas.
Mas de facto, "palavras, leva-as os vento".

Comentário confuso, mas sentido.
Beijocas.

De marta a 11 de Novembro de 2008 às 22:52
Amor elevado a infinito, é um inderteminação matemática, um problema de química orgânica e física dos corpos, amar é um simples gesto, um simples simplesmente amar, não é pelo tamanho... é pelo todo. :P

Ainda bem que voltaste "à carga"
Um beijo

De Homem de Lata a 12 de Novembro de 2008 às 19:48
Um comentário deveras inspirador, gostei. Devias publicar. Um beijo*

De AnaSara a 12 de Novembro de 2008 às 17:59
Amar em grau, numeros ou palavras é impossível... ama-mos em actos... mais do que qualquer outra coisa. O nosso amor é imensurável, inquantificável... porque dele vêm os mais belos sorrisos, as mais audíveis gargalhadas e por fim as mais sentidas lágrimas...

De Homem de Lata a 12 de Novembro de 2008 às 19:50
Que as lágrimas sejam de alegria então... é o que te desejo. Beijo e obrigado

De AnaSara a 17 de Novembro de 2008 às 17:23
Alegrias e tristezas, não é disso feito o AMOR?

De Homem de Lata a 18 de Novembro de 2008 às 18:41
É feito disso mas de muito mais não achas?

De AnaSara a 19 de Novembro de 2008 às 12:12
E no fim de contas, ponderadas bem as coisas... não é tudo categorizável em alegrias e tristezas?

De Homem de Lata a 20 de Novembro de 2008 às 22:37
Rendo-me, acho que tens razão...:-)

De AnaSara a 24 de Novembro de 2008 às 17:17
Desculpa reduzi-lo apenas a duas palavras. É com toda a certeza mais, muito mais que isso... mais que palavras...
É um estado, que nos faz sorrir e sofrer no dia a seguir, que arranca dos nossos dedos e dos nossos lábios as mais belas palavras...
Continua a transmiti-lo dessa forma, porque o fazes na perfeição...

De marazul a 6 de Janeiro de 2009 às 00:00
Não podias ter escrito melhor...

De dead ends a 15 de Janeiro de 2009 às 23:41
Desculpe ser coscuvilheira, mas sou por demais curiosa...

"Não é por ninguém amar pouco que um “Amo-te muito” se torna redundante.."
o que eu disse no meu comentário é mais ou menos isto mas confesso que não percebi esta frase...

De Homem de Lata a 16 de Janeiro de 2009 às 20:36
Pode dar-se o caso de me ter expressado mal. No entanto, penso fazer sentido. Se considerarmos que o amor não é quantificável nem por excesso nem por defeito então podemos afirmar que acrescentar "muito" à palavra " Amo-te" pode ser uma redundância. Ou seja, se ninguém ama pouco, logo não faria qualquer sentido afirmarmos que amamos muito pois já estaria implícito. No texto tento desafiar esta lógica demonstrando que para mim o "Amo-te muito" nunca é demais. Estou errado? Beijos e obrigado pela visita.

De dead_ends a 16 de Janeiro de 2009 às 22:34
Boa Noite,
Agora percebo e sim faz todo o sentido o que disse..
Agora gostaria de lhe agradecer a visita ao meu recente e já extinto blog, foi simpático da sua parte...
Se não se importar virei visitá-lo de vez em quando....

De Homem de Lata a 18 de Janeiro de 2009 às 14:52
Muito pelo contrário, faço questão que me visite:-)

De dead_ends a 18 de Janeiro de 2009 às 15:34
Faz questão??!! Já agora posso perguntar porquê?

De Homem de Lata a 19 de Janeiro de 2009 às 20:50
Porque me parece uma pessoa inteligente que se interessa pelos meus pequenos textos e que me obriga a reflectir sobre eles. Isso é bom.

De dead_ends a 20 de Janeiro de 2009 às 08:50
Desengane-se, desengane-se, se fosse inteligente não teria cometido algumas das asneiras que fiz. E fi-las conscientemente porque as seguintes foram cópias fieis da primeira...portanto não sou mais nem menos do o resto das pessoas que comentam o seu blog.
Quanto aos seus texto, sou apreciadora de uma boa escrita, gosto quando me deparo com alguém que faz bom uso da lingua mãe, apenas isso, quanto ao fazê-lo reflectir, se o diz....

De Homem de Lata a 20 de Janeiro de 2009 às 22:19
Por essa ordem de ideias as pessoas inteligentes não erram.Não faz muito sentido pois o erro é, muitas das vezes, o caminho para o sucesso através da aprendizagem... Não é mais nem menos que outros visitantes mas é diferente na sua individualidade, como qualquer pessoa, e só por isso diferente de todos os outros.

De dead_ends a 21 de Janeiro de 2009 às 09:15
Ups parece que fui inconveniente, não era de todo minha intenção mas sei que as vezes sou um pouco seca, não sou de grandes floreados, e isso pode dar e dá azo a mal-entendidos, se foi o caso aceite as minhas desculpas...
Quanto à inteligência o que quis dizer é que sou uma pessoa absolutamente normal e que como todos nós também aprendi algumas coisas da pior maneira, errando .... mas também penso que caí na esparrela (vezes demais) quando a burrice se disfarçou de inteligencia e por isso, com pessoas diferentes em contextos diferentes, cometi a mesma asneira...
Espero ter-me explicado melhor desta vez e não o maço mais
Desejo-lhe um bom dia

De dead_ends a 21 de Janeiro de 2009 às 09:29
Ah e quanto aos seus textos, aprecio verdadeiramente uma boa escrita, claro que é a minha opinão e vale o que vale, e é apenas isso que posso apreciar porque os motivos porque escreve e o que diz não os conheço....se de alguma forma o faço reflectir só voçê saberá dizer porquê...fiz-me entender?

De Homem de Lata a 21 de Janeiro de 2009 às 22:08
Olá, como está? Antes de mais, deixe-me dizer-lhe que não foi de todo inconveniente e se a minha resposta o deu a entender então peço desculpa. Agradeço o que disse sobre os meus textos e asseguro-lhe que se fez entender;-). Quanto ao resto, errar é humano e vamos passar toda uma vida a fazê-lo constantemente. O que importante é que tiremos algumas ilações. Espero que nos voltemos a encontrar por aqui.

 
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