11.2.09

Roubem-me aos olhares envergonhados

Aos sorrisos recatados

A todos os momentos de dor

Alguém que me roube ao amor

 

Roubem-me ao querer dos teus braços

Ao decorar dos teus traços

A este estreito corredor

Alguém que me roube ao amor

 

Roubem-me às doces confissões

Ao bater dos corações

A este quadro sem cor

Alguém que me roube ao amor

 

Roubem-me aos momentos de dor

A este estreito corredor

A este quadro sem cor

Alguém que me roube ao amor. (a menos que me amem).

Link Homem de Lata, às 22:42  Comentar

De Homem de Lata a 16 de Fevereiro de 2009 às 23:30
Não sou uma pessoa triste. muito pelo contrário. Sou feliz só por viver, o que vier só me fará mais feliz. O meu amor é tão impossível quanto todos os amores que ardem sem se ver, cegamente, perdidamente, sinceramente. Nada é impossível tal como nem tudo é fácil mas o tempo é eterno... A tua visita é muito bem-vinda. Beijocas

De Sofia a 18 de Fevereiro de 2009 às 17:34
:-) Obrigada. Eu queria dizer varinha de condão e não varinha mágica, essa serve para fazer sopa ;-).
Eu gosto do teu blog, vir cá é como abrir uma caixa de segredos. Mas ao ler os teus textos dá a sensação que estás refém de uma situação... mas talvez esteja a ser demasiado curiosa. Beijinhos

De Homem de Lata a 21 de Fevereiro de 2009 às 20:24
Então vem todos os dias acalmar a tua curiosidade. Terei muito gosto.jokas

 
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